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Na última sexta-feira (29/11), ela esteve no Estaleiro Mauá,
em Niterói (RJ), para fazer a entrega da embarcação, que
será usada para transportar 56 milhões de litros de combustível. "Esse navio é um marco muito importante na retomada da nossa indústria
naval. Estamos agora fabricando navios, fazendo investimentos e criando empregos
aqui no Brasil", salientou durante o programa Café com a Presidente,
transmitido por emissoras de rádio de todo o país. Para a presidente, o setor é estratégico. "Os estaleiros
empregam 60 mil trabalhadores, tanto no Rio de Janeiro quanto em Pernambuco,
no Amazonas, no Rio Grande do Sul, na Bahia, em São Paulo e em Santa
Catarina", disse ao acrescentar que a indústria naval também
faz encomendas de peças e equipamentos em fábricas de outros
estados. Segundo Dilma, este ano centenas de embarcações e cinco novos
estaleiros estão sendo contratados para começar a construir navios,
plataformas e sondas. Só o Programa de Modernização e
Expansão da Frota (Promef) da Petrobras prevê para os próximos
anos a contratação de 49 navios. "A grande demanda por plataforma, por sonda que existe em todo o mundo é dada
pela Petrobras por causa da exploração do pré-sal. Não
só do pré-sal, mas do pós-sal também, ou seja,
de todo o petróleo que há no Brasil", explicou a presidenta. Além da cadeia produtiva do petróleo, o país terá "uma
sólida e complexa indústria de fornecimento de equipamentos,
de bens e prestação de serviços", destacou ela. A
preocupação da presidente é que o país seja um "grande
gerador de emprego para o povo brasileiro e emprego de qualidade", frisou.
Fonte: Brasil Econômico. |
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